Rui Zink    Escritor (portugal)   Programa do autor
Rui Zink nasceu em Lisboa nos alvores da década de 60. Licenciado em Estudos Portugueses pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, na qual exerce funções como Professor auxiliar, o início da carreira de Rui Zink como ficcionista remonta a 1987, ano em que publicou Hotel Lusitano. Na década de 90, e depois de uma passagem pela Universidade de Michigan como Leitor de Língua Portuguesa, Zink foi um dos protagonistas da Noite da Má Língua, programa que atribuiu à arte da sátira o palco da televisão. Polémico, o autor assume que se socorre do “estilo pirata” como orientador de uma intervenção que não se esgota na literatura: “lanço-me sobre a questão que me interessa de pé descalço e de faca nos dentes.” Autor multifacetado, Apocalipse Nau, publicado em 1996, foi muito bem acolhido pela crítica. Antes, o escritor lançou livros de contos – como A realidade agora a cores e 
   

 Homens-Aranhas -, e regressou aos romances com O Suplente, em 2000,  e Os Surfistas, em 2001, obra pioneira por resultar da interação entre o escritor e os internautas, através de um portal.  Devoto da BD como género literário, Zink dedicou a sua tese de doutoramento à produção de BD portuguesa entre 1968 e 1994. Como argumentista, o seu nome está ligado a vários livros de BD, entre os quais Major Alverca, uma paródia da série televisiva Major Alvega. Tradutor de autores como Saul Bellow, Rui Zink foi galardoado com o Prémio P.E.N. Clube Português pela obra Dádiva Divina. Destino Turístico, por sua vez, integrou a antologia Best European Fiction 2012. Entre 2011 e 2012, Rui Zink revelou-se particularmente prolífero, dando à estampa três livros que consolidam o seu estatuto de escritor-barómetro, expressão que lhe é cara: O Amante é Sempre o Último a Saber, Luto pela Felicidade dos Portugueses e A Instalação do Medo.

Foto © Alfredo Cunha

4 DE ABRIL | 10:00

Escola Secundária Francisco Franco

4 DE ABRIL | 14:30

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6 DE ABRIL | 15:30 | Conversa cruzada

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