José Rodrigues dos Santos    Jornalista e escritor (Portugal)   Programa

Rosto indissociável da televisão portuguesa, José Rodrigues dos Santos é o escritor português que mais livro vende no país e um dos autores lusos mais traduzidos. Jornalista desde 1981 quando ingressou na Rádio Macau durante a sua estadia na antiga possessão portuguesa, José Rodrigues dos Santos regressaria a Portugal em 1983 para cursar Comunicação Social, na Universidade Nova de Lisboa. Concluído o curso, rumou a Londres e trabalhou na mítica BBC. O talento do jovem jornalista não passou despercebido em Portugal, pelo que José Rodrigues dos Santos regressaria ao país para integrar os quadros da RTP. Apresentador do noticiário 24 Horas, a eclosão da Primeira Guerra do Golfo “apanhou” José Rodrigues dos Santos em direto, momento ímpar no percurso do jornalista. Protagonista de uma maratona de 10 horas que entrou para a história do jornalismo televisivo português, a façanha contribuiu para guindar o jornalista ao principal palco noticioso da RTP, o Telejornal

 

No ar há mais de quarenta anos, José Rodrigues dos Santos continua, hoje, a ser um dos apresentadores do principal bloco noticioso da televisão pública portuguesa. Doutorado em Ciências da Comunicação, leciona na Universidade Nova de Lisboa e conjuga jornalismo, docência e literatura. Jornalista com um percurso repleto de consagrações – como os três prémios da CNN, cadeia para a qual trabalhou como correspondente durante vários anos -, José Rodrigues dos Santos estreou-se no romance com A Ilha das Trevas. Desde então, o escritor revelou-se um caso raro de produtividade literária. Com 10 romances publicados até ao final de 2012, o jornalista e escritor já vendeu mais de 1,5 milhões de exemplares e as suas obras estão traduzidas em 18 línguas. O seu mais recente livro, A Mão do Diabo, mantém o autor no topo das preferências literárias dos portugueses, na esteira de outros sucessos como Codex 632A Fórmula de DeusO Sétimo Selo ou O Último Segredo.

6 DE ABRIL | 17:15 | Conversa à mesa

Zygmunt Bauman e José Rodrigues dos Santos